As pessoas nem sempre estão disponíveis. E é uma realidade nem sempre fácil de aceitar. Não podemos estar sempre à espera que os outros reajam como esperamos, e principalmente como achamos que merecemos, porque esta é uma das principais premissas para a redonda desilusão.
Há que manter presente que ninguém adivinha o que nos vai na cabeça e mesmo quando adivinham, nem sempre lidam com isso da forma que esperamos. Quantas vezes damos por nós a ouvir sermões intermináveis, ou frases implacáveis, ou a ser arrastados para ambientes de festa, quando na verdade um abraço forte e silencioso era tudo o que precisávamos?
Ser autosuficiente é muito difícil para a maioria das pessoas. A necessidade compulsiva de reconhecimento e aceitação por parte do outro faz com que coisas pequeninas como dizer "não" custem horrores.
É uma batalha difícil. Mas há que manter presente que não estamos a lutar contra os outros. Estamos a lutar por nós.
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